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SPED - ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL, ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL, NOTA FISCAL ELETRÔNICA – NF-e, CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO – CT-e
Objetivo:

Analisar as exigências previstas no Sistema Público de Escrituração Digital, bem como, a Escrituração Fiscal Digital de uso obrigatório para os contribuintes do ICMS/IPI/ISS.

Público Alvo:
Profissionais das áreas fiscal e contábil, controladoria, empresas de serviços contábeis, bem como, outros profissionais interessados na matéria.

Conteúdo:

1) Escrituração Contábil Digital:
    • A escrituração dos livros contábeis na forma da legislação de regência (Decreto 6.022/2007; IN RFB 787/97;     IN RFB 825/2008; ADE Cofis 36/2007; IN DNRC 107/2008; Resolução CFC 1.020/05.
    • Livro Diário e seus auxiliares;
    • Livro Razão e seus auxiliares;
    • Livros Balancetes Diários, Balanços e Fichas de Lançamentos;
    • Programa validador do Sped.

2) Escrituração Fiscal Digital:

    • A escrituração dos livros fiscais na forma dos convênios;
    • Registro de Entradas;
    • Registro de Saídas;
    • Registro de Inventário;
    • Registros de Apuração do IPI e do ICMS.

3) Análise da legislação de regência e os Manuais de Orientação;

4) Nota Fiscal Eletrônica:
     • Documentos Fiscais – NF-e: Legislação do Estado de S.Paulo;
    • Benefícios para o emissor e para o receptor da NF-e;
    • DANF – Documento Auxiliar da NF-e;
    • Fases de implantação e autorização pela Sefaz.

5) Conhecimento de Transporte Eletrônico:
    • Documentos Fiscais – Ajuste SINIEF Confaz n°. 09 de 25/10/07;
    • Benefícios para os transportadores e contratadores dos serviços;
    • Documento Auxiliar do CT-e – DACTE.

6) Implementação e Procedimentos.

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SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - ICMS

Objetivo:

Estudar os principais procedimentos relacionados às operações sujeitas ao regime de substituição tributária do ICMS.

Público Alvo:
Profissionais das áreas fiscal e contábil, bem como, outros profissionais e empresários interessados na matéria.

Conteúdo:
1) O que é substituição tributária;
2) Definição de substituto Tributário e Substituído;
3) Convênios e Protocolos;
4) Produtos sujeitos à substituição tributária, inclusive novos produtos a partir de 2008;
5) Casos que não se aplica a substituição tributária;
6) Normas gerais de substituição tributária:
        i) Operações
        ii) Base de Cálculo
        iii) Procedimentos do substituto e do substituído;
        iv) Obrigações Acessórias;
7) Aspectos Gerais:
        i) Possibilidade de créditos;
        ii) Devoluções de mercadorias;
        iii) Outros aspectos envolvendo contribuintes e não contribuintes de outros estados.

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CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS - RETENÇÕES DE PIS-COFINS / CSLL / IRF / INSS E ISS

Objetivo:

Estudar de maneira prática e objetiva, capacitando os responsáveis dos setores de contabilidade, departamento fiscal, financeiro, entre outros, quanto às retenções de Tributos nas esferas Federal e Municipal, que devem ser efetuadas quando do recebimento e ou pagamento das notas fiscais de serviços tomados de outras pessoas jurídicas.

Público Alvo:
Profissionais que atuam na área contábil, fiscal, financeira e de recebimento e processamento de documentos fiscais e demais profissionais interessados na matéria.

Conteúdo:
I - Retenção das contribuições (PIS-Pasep/Cofins/CSLL)
    a. Previsão de incidência (Serviços sujeitos à retenção);
    b. Tomadoras de serviços dispensadas de realizar a retenção;
    c. Prestadoras de serviços dispensadas de sofrer a retenção;
    d. Base de Cálculo;
    e. Percentual de retenção e os casos de retenção das contribuições totais ou parciais;
    f. Dispensa de retenção por limite de valor;
    g. Prazos de recolhimento e preenchimento do Darf;
    h. Os procedimentos a serem adotados pelo prestador na emissão da nota fiscal;
    i. Tratamento na compensação dos valores retidos;
    j. O comprovante anual de retenção das contribuições;
    k. Modelo de Declaração (Anexo I).

II - Imposto de Renda na Fonte
    a. Serviços profissionais prestados por Pessoas Jurídicas a outras Pessoas Jurídicas;
    b. Serviços de limpeza e conservação de imóveis, segurança, vigilância e locação de mão-de-obra prestados     por Pessoas Jurídicas;
    c. Comissões e Corretagens pagas ou creditadas por Pessoas Jurídicas a outras Pessoas Jurídicas;
    d. Serviços de Propaganda e Publicidade;
    e. Pagamentos a cooperativas do trabalho, Associações de Profissionais ou Assemelhadas;
    f. Empresas de Factoring;
    g. Formas e limites para a retenção do IRF;
    h. Comprovante Anual de IRF e informações em DCTF e DIRF.

III - INSS
    a. Retenção previdenciária pessoa jurídica;
    b. Conceitos básicos;
    c. Hipóteses de retenção;
    d. Apuração da base de cálculo;
    e. Obrigações acessórias;

IV - ISS
    a. Lista de serviços que estão sujeitos ao ISS;
    b. Competência territorial - definição do local para recolhimento do ISS;
    c. Contribuintes e responsáveis;
    d. Hipóteses de retenção na fonte de acordo com a Lei Complementar nº. 116/2003;
    e. Definição do responsável pela retenção;
    f. A aplicação das Retenções no seu Município.

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CONTABILIDADE PARA NÃO CONTADORES

Objetivo:
Conhecer os princípios básicos da contabilidade e estudar e saber como interpretar as informações contidas nos demonstrativos contábeis, mostrando os conceitos fundamentais da contabilidade, do ponto de vista prático.

Público Alvo:
Empresários, advogados, médicos, dentistas, engenheiros, arquitetos, professores, atletas, estudantes de administração de empresas e economia e afins, bem como, outros profissionais interessados na matéria.

Conteúdo:
    1) Conceitos de Patrimônio: bens, direitos e obrigações e fatos contábeis.
    2) Balanço Patrimonial: Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido.
    3) DRE - Demonstrativo do Resultado do Exercício:
        3.1 – Receitas
        3.2 – Custos
        3.3 - Despesas
        3.4 - Despesas versus Investimentos.
        3.5 Despesas Dedutíveis e não dedutíveis.
    4) Lançamentos contábeis:
        4.1 – Débitos e Créditos
        4.2 - Razonetes
        4.3 - Livros Contábeis.
    5) Análises:
        5.1 – Índices de liquidez, de rentabilidade e de estrutura de capital
        5.2 - Ponto de equilíbrio – margem de contribuição
    6) Documentos que dão suporte à contabilidade.
    7) Noções de Contabilidade Tributária.
    8) Casos Práticos.

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SUPER SIMPLES


Objetivo:
Discutir a aplicabilidade da Lei Complementar nº. 123/2006 com as modificações da Lei Complementar nº 128/2008, que instituiu o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte – Simples Nacional (SUPER SIMPLES).
Orientar os participantes sobre os aspectos gerais de opção e vedação ao Simples Nacional e a forma de calcular corretamente os tributos unificados nos âmbitos: Federal, Estadual, Municipal, Trabalhista e Previdenciário.
Discutir as vantagens e desvantagens do Super Simples em relação à tributação do Lucro Real e do Lucro Presumido, como forma de planejamento tributário.

Público Alvo:
Profissionais das áreas fiscal e contábil, bem como, outros profissionais interessados na matéria.

Conteúdo:
    1. Introdução
    • Objetivo da LC 123/06
    • Definição de Microempresa e de Empresa de Pequeno Porte.
    • Procedimentos para Inscrição e Baixa no Simples Nacional
    • Conceito de Receita Bruta
    • Empresas que podem aderir ao Simples Nacional - Enquadramento.
    • Situações que impedem as empresas de participar do Simples Nacional
    • Vedações ao Ingresso no Simples Nacional
    • Exclusão do Simples Nacional
    • Tributos e Contribuições abrangidos pelo Simples Nacional
    • Contabilização pelo Regime de Caixa e Competência
    • Tratamento das Retenções no Simples Nacional, inclusive do ISS
    • Lucros Distribuídos aos sócios
    • Base de Cálculo, Alíquotas e Data de Recolhimento
    • Créditos de Impostos e Contribuições: Transferência de ICMS e Novas Regras de Substituição Tributária do        ICMS
    • Obrigações Fiscais Acessórias
    • Fiscalização
    • Omissão de Receita
    • Penalidades – Multas e Juros
    • Participação nas Licitações Públicas
    • Simplificação das Relações de Trabalho
    • Acesso ao Crédito, ao Mercado, a Tecnologia e ao Associativismo

    2.Casos Práticos
    • Tabelas e Anexos para o cálculo do Super Simples:
    • Anexo I – Revenda de mercadorias
    • Anexo II – Indústria
    • Anexo III – IV e V -Serviços e Locação de Bens Móveis, com e sem INSS.

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NOÇÕES TRIBUTÁRIAS – ICMS/IPI/ISS

Objetivo:

Discutir a estrutura normativa do IPI, ICMS e ISS, as técnicas de tributação e suas categorias específicas (créditos e débitos pertinentes).
Orientar os participantes sobre a aplicabilidade dos impostos indiretos incidentes sobre os produtos e a forma de calcular corretamente referidos tributos.

Público Alvo:
Profissionais das áreas fiscal e contábil, conferentes e digitadores de notas fiscais, almoxarifes, profissionais de setores de compras, bem como, outros profissionais interessados na matéria.

Conteúdo:
    1. Introdução
    • Porque pagamos tributos?
    • Direito Financeiro.
    • Tributo: Definição e espécies.
    • A obrigação tributária e seus elementos.
    • Fontes do Direito.
    • Competência Tributária.
    • O que I.C.M.S.
    • O que é I.P.I.
    • O que é I.S.S.
    • Estrutura do imposto.
    • Técnica de tributação e suas categorias específicas.
    • Estrutura Normativa do IPI.
    • Estrutura Normativa do ICMS.
    • Estrutura Normativa do ISS.

    2.Casos Práticos
    • Análise das principais operações de industrialização.
    • Análise das principais operações de comercialização.
    • Análise das principais operações de prestação de serviços.
    • Análise da escrituração fiscal com possibilidades de creditamento dos tributos.
    • Análise das obrigações acessórias pertinentes.

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GESTÃO DE TRIBUTOS – LUCRO REAL X LUCRO PRESUMIDO

Objetivo:
Estudar de maneira prática e objetiva, o conhecimento básico necessário para o gerenciamento tributário, optando corretamente pela forma de tributação mais adequada para a empresa.

Público Alvo:

Empresários, profissionais das áreas fiscal e contábil, bem como, outros profissionais interessados na matéria.

Conteúdo:

    1) O que é gestão tributária:
        1.1 Conceitos de Contabilidade Tributária;
        1.2 Conceito de Legislação Tributária;
        1.3 Conceito de Planejamento Contábil e Tributário.
    2) Planejamento na forma tributária do Imposto de Renda e da Contribuição Social, bem como do PIS e da     Cofins:
        2.1 – Lucro Real;
        2.2 - Lucro Presumido;
        2.3 - Lucro Arbitrado;
        2.4 - Simples Nacional.
    3) Diferenciação de Lucro Contábil e Lucro Real.

    4) Normas de Escrituração Contábil, Fiscal e Societário.

    5) Escrituração do Lalur.

    6) Obrigações Acessórias.

    7) Casos Práticos.

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GESTÃO TRIBUTÁRIA – ATIVIDADE RURAL – PESSOA FÍSICA

Objetivo:
Estudar de maneira prática e objetiva, a aplicabilidade da legislação que rege a tributação do imposto de renda sobre a atividade rural, quando explorada por pessoas físicas (individual ou em condomínio), assegurando, assim, o correto preenchimento da Declaração de Ajuste Anual, evitando a malha fina da fiscalização.

Público Alvo:
Profissionais das áreas fiscal e contábil que trabalham diretamente com produtores rurais, agricultores, pecuaristas, bem como, outros profissionais interessados na matéria.

Facilitador:
José Augusto Picão – Contador e Administrador de Empresas, com ênfase em Administração Tributária; Pós-graduado em Contabilidade, Auditoria e Planejamento Tributário pela Fundace – USP – Ribeirão Preto; Especialista em Planejamento Tributário pelo I.B.P.T. – Curitiba-PR; Consultor Contábil e Tributário; Empresário Contábil, Professor Universitário nas cadeiras de Contabilidade Tributária e Planejamento Tributário; Coordenador Geral do Centro de Estudos e Debates Fisco-Contábeis da Casa do Contabilista em Ribeirão Preto; Facilitador de Cursos Livres em temas tributários, contábeis e de gestão corporativa; sócio da Publique – Assessoria e Consultoria Empresarial e sócio-diretor da JAPConsultoria.

Conteúdo:
    1 - Conceito de Atividade Rural

    2 - Formas de Exploração da Atividade Rural:
        2.1 – Individual;
        2.2 – Condomínio;
        2.3 – Arrendamento;
        2.4 – Parceria.

    3 - Receita Bruta da Atividade Rural:
        3.1 – Momento da Apropriação;
        3.2 – Antecipação de Receitas: Adiantamentos por conta de safras futuras.
        3.3 – Formas de comprovação das Receitas;
        3.4 – Não obrigatoriedade de emissão de Nota Fiscal;
        3.5 – Emissão de NF-e pelo adquirente dos produtos agropecuários.

    4 – Despesas de Custeio e de Investimentos:
        4.1 – Momento da Apropriação;
        4.2 – Formas de contabilização de bens e séricos adquiridos através de         financiamentos;
        4.3 - Formas de contabilização de bens e séricos adquiridos através de consórcios;
        4.4 – Aquisições de insumos, investimentos, produtos e serviços com NF-e;

    5. - Resultado da Atividade Rural:
        5.1 – Formas de Apuração – real ou presumido;
        5.2 – Parcela não tributável;
        5.3 – Compensação de prejuízos.

    6. – Declaração de Bens da Atividade Rural:
        6.1 – Terra Nua;
        6.2 – Demais bens, investimentos e estoques.

    7. – Dívidas da Atividade Rural:
        7.1 – Financiamentos – Forma de lançamento.

    8. – Livro Caixa:
        8.1 – Forma de escrituração;
        8.2 – Dispensa de escrituração.

    9. – Receitas e Despesas que não são consideradas como Atividade Rural.


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